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COVID-19 – Novos bloqueios no Texas, na Flórida, abalam os empresários

Os comerciantes alertaram que as repentinas restrições, apenas algumas semanas após a reabertura acelerada, prejudicarão parte dos negócios.

Os donos de  restaurantes, bares e comerciantes na Flórida e no Texas ficaram abalados nesta sexta-feira (26/06) após as autoridades inesperadamente criarem novas restrições para seus negócios devido a um crescimento de novos casos do coronavírus.

Os comerciantes alertaram que as repentinas restrições, apenas algumas semanas após a reabertura acelerada, prejudicarão parte dos negócios.

Os dois estados populosos onde vivem uma média de 50 milhões de pessoas, salvaram-se, no início, do pior do surto inicial de coronavírus, porém agora são atingidos com maior força. Os EUA,  país que é o mais afetado do mundo pela infecção, totalizando acima de 125 mil mortos, nunca viu desaparecer totalmente a primeira onda do Covid-19. E depois de uma queda, os novos casos já estão próximos do fluxo de disseminação de abril.

“Neste momento, está claro que o aumento dos casos se deve, em grande parte, a certos tipos de atividade, incluindo reuniões em bares”, informou o governador do Texas, Greg Abbott, aliado do presidente americano, Donald Trump.

Com o novo decreto, comércios que reúnam acima de 100 pessoas vão precisar da autorização das autoridades locais. “Como eu disse desde o início, se a taxa de positivos aumentasse 10%, o estado do Texas adotaria mais ações para conter o avanço da COVID-19”, destacou o governador em um comunicado.

Os Estados Unidos analisaram uma nova escalada dos novos casos de Covid-19, com acima de 30 mil infectados por dia, replicando o cenário de abril. Já a taxa de mortalidade não voltou aos níveis anteriores, o que se justificaria pelo fato de os pacientes em estado mais grave levarem de três a quatro semanas para morrer, e ao aumento do número de contaminados jovens, avaliam os especialistas.

“Estamos vendo o vírus em indivíduos mais jovens, e menos deles requerem internação”, destacou ontem Robert Redfield, diretor do Centro para o Controle e Prevenção de Doenças (CDC).

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