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Jornal de Goiânia – Governo promete forjar reformas após a desvalorização da S & P

S & P disse que, apesar dos "vários avanços políticos" do governo do presidente Michel Temer, "o Brasil fez progressos mais lentos do que o esperado na implementação de legislação significativa para corrigir a destruição fiscal estrutural e o aumento dos níveis de endividamento. ".

Jornal Folha de Goiás: 12 de janeiro de 2018 – 20:25

O governo prometeu na quinta-feira (12/01) continuar com as reformas econômicas depois que a agência de classificação de crédito internacional Standard and Poor’s reduziu sua classificação de crédito de longo prazo por mudanças “mais lentas do que o esperado” pelo governo do presidente Michel Temer.

O Brasil reitera seu compromisso” de forjar com medidas como a reforma das pensões em um esforço “para garantir o crescimento sustentável da economia brasileira e equilíbrio fiscal de longo prazo“, disse o Ministério da Fazenda em comunicado.

A S & P anunciou anteriormente que estava desacreditando a posição de crédito do Brasil no status de sucata, no BB- por causa de esforços decepcionantes para “corrigir a derrapagem fiscal estrutural e o aumento dos níveis da dívida em tempo hábil“.

Havia também incertezas das eleições presidenciais brasileiras no final deste ano, nas quais Temer não estava de pé.

A agência manteve a classificação de curto prazo do Brasil em B.

A S & P disse que havia “menos de uma probabilidade de um em três” de mudar sua classificação de longo prazo, tanto para cima como para baixo, no próximo ano.

Isso reflete as forças de política externa e monetária comparativas do Brasil que ajudam a compensar uma fraqueza fiscal significativa, uma economia com perspectivas de crescimento menores do que os pares e nossa visão de que a eficácia da elaboração de políticas em todos os ramos do governo enfraqueceu“, afirmou.

Assinalou a “falta de apoio” entre os políticos brasileiros para medidas fiscais mais fortes e expressou pessimismo que quem acaba de liderar o país após as eleições teria a “capital política significativa” necessária para aprovar as reformas.

Enquanto a economia se estabilizou, vemos um crescimento lento e fraquezas fiscais como restrições de crédito chave“, disse a agência de classificação.

O Ministério da Fazenda disse que o downgrade da S & P mostrou a “necessidade e urgência” de reformas a serem aprovadas pelo Congresso do Brasil, principalmente o sistema de pensões.

A economia brasileira deverá crescer dois por cento este ano, de acordo com um relatório anual da Comissão Económica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), apoiado pelas Nações Unidas, divulgado no mês passado.

Embora não seja espetacular, isso é muito melhor do que o 0.2 por cento esperado para 2017, ou os dois anos da pior recessão do Brasil antes disso.

As projeções do governo são um pouco mais otimistas: três por cento em 2018 e 1,1 por cento em 2017.

Temer permanece impopular com os eleitores, nublando a perspectiva política antes das eleições presidenciais, cuja primeira rodada está programada para 7 de outubro, com uma segunda volta em 28 de outubro.

Os que lideram a eleição até agora são o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o deputado Jair Bolsonaro.

 

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# Max

Max é jornalista.

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