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Jornal Folha de Goiás – Ações da PG & E mergulham em preocupações com falência

As ações da PG & E despencaram mais de 18 por cento nesta segunda-feira, após fontes afirmarem que a companhia está investigando pedido de concordata, já que teme uma carga enorme no quarto trimestre, relacionada a possíveis riscos de incêndios florestais.

A empresa está considerando a mudança para alguns ou todos os seus negócios, informou a imprensa na sexta-feira.

A empresa poderia assumir bilhões de dólares de passivos resultantes de fatais incêndios em 2018 e 2017, com analistas cobrindo as ações estimando entre US $ 24 bilhões e US $ 30 bilhões.

Um pedido de falência não é certo, disseram fontes à Reuters, acrescentando que a empresa poderia receber ajuda financeira por meio de uma legislação que permitiria repassar aos clientes os custos associados aos passivos de incêndio.

Mas isso é apenas uma possibilidade, eles disseram.

“Sem o apoio político e regulatório adequado, não podemos descartar uma declaração do Capítulo 11”, disse em uma nota Christopher Turnure, analista do JP Morgan.

No entanto, o analista da Guggenheim Partners, Shahriar Pourreza, disse que a falência não será a melhor opção, uma vez que a PG & E é uma empresa muito grande na Califórnia.

“A legislação é o caminho a seguir, pois permitirá manter a concessionária viva e mitigar qualquer impacto negativo que possa ser obtido com a falência”, disse Pourreza.

A concessionária disse na sexta-feira que também está procurando novos diretores para sua holding e sua unidade Pacific Gas and Electric Co.

As ações da empresa estavam sendo negociadas a US $ 20 nas negociações de pré-mercado, a menor desde meados de novembro.

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