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Jornal Folha de Goiás – Greve da Torre Eiffel termina após acordo para enfrentar longas esperas

A Torre Eiffel afastou os turistas por dois dias por causa de uma greve dos trabalhadores sobre a política de acesso ao site

A Torre Eiffel planeja testar uma nova política de acesso para os visitantes depois que a administração chegou a um acordo para acabar com uma greve dos trabalhadores que se queixam de esperas “monstruosas” no marco de Paris.

O monumento reabriu na sexta-feira depois que trabalhadores saíram do trabalho na quarta-feira para protestar contra uma nova política de acesso que aloca elevadores separados para visitantes com ingressos pré-reservados e aqueles que os compram no local.

A torre agora reserva metade dos ingressos diários para os clientes da Internet, que precisam escolher intervalos de tempo específicos para sua visita, acima dos 20 por cento anteriores.

Os sindicatos disseram que as mudanças, implementadas no início de julho, podem levar a filas desequilibradas que podem se estender por três horas para aqueles que estão esperando para pagar os ingressos, e até uma hora para os detentores de bilhetes eletrônicos.

A operadora da torre havia argumentado que as linhas não eram piores do que antes para os mais de seis milhões de pessoas que visitam a cada ano.

Mas na quinta-feira disse que, a partir da semana que vem, testaria uma nova política que permitiria a todos os visitantes fazer fila em linhas separadas em um dos dois elevadores.

O objetivo é manter os dois elevadores cheios, não importando a proporção de ingressos regulares para ingressos eletrônicos.

“Garantir que o horário reservado seja respeitado será o principal critério para avaliar o sistema que está sendo testado”, disse a operadora de torre SETE.

Ele também disse que aumentaria ainda mais a porcentagem de ingressos vendidos antecipadamente, “a única medida disponível para reduzir as esperas na base da torre”.

A reabertura foi um alívio para os visitantes depois que milhares de pessoas foram rejeitadas durante a greve.

“É definitivamente ótimo podermos entrar e não há nenhum problema, é bom”, disse Patricia Joremsen, que mora em Copenhague.

“É claro que estamos felizes que seja aberto, viemos especialmente para ver isso”, disse Darek, vindo da Polônia.

Os cerca de 340 funcionários da torre fizeram greves repetidas vezes nos últimos anos sobre questões como o furto de carteira e o trabalho de manutenção.

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